terça-feira, 20 de abril de 2010

olhar Dalí























dentro deste ovo quebrado este poema deve ter entrado para nunca mais sair





cometa







a noite
consome
o tempo
em estrelas
e pedaços
imensos
dum
desabitado
infinito

a noite
solfeja as
paredes
de um
silêncio
impreciso
e pálido

como
o hálito
fálico
dum
risco
quebradiço
cortando
o céu

(lau siqueira – poema vermelho)
http://poesia-sim-poesia.blogspot.com/
may interpreta artur gomes – um filme de jiddu saldanha



girassóis pousando Nu teu corpo festa beija flor seresta poesia fosse esse sol que emana do teu fogo farto lambuzando a uva de saliva doce

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